https://palavras.appform.pt:443/ojs/index.php/revista/issue/feedPalavras - revista em linha2019-05-13T13:18:45+01:00Teresa Vieira da Cunhaaprofport@app.ptOpen Journal Systems<p><em><strong>Palavras - revista em linha,</strong></em> uma revista digital que complementa a revista <em><strong>Palavras</strong></em> da APP (Associação de Professores de Português)</p>https://palavras.appform.pt:443/ojs/index.php/revista/article/view/59Editorial2019-04-12T13:49:07+01:00João Pedro Aidojpaido@gmail.com<p>Introdução a esta edição da revista.</p>2019-04-12T13:46:54+01:00Direitos de Autor (c) https://palavras.appform.pt:443/ojs/index.php/revista/article/view/39“Cómo nos convertimos em lectores competentes: El caso de los textos expositivos”2019-05-12T20:35:27+01:00Teresa Costa Pereirateresa.costa.pereira@hotmail.comAntónia Estrelaantoniaestrela@gmail.comPatricia Ferreirapatriciaferreira@eselx.ipl.pt<p>Nos dias 6 e 7 de julho de 2018, realizou-se na Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Lisboa o <em>IX Encontro Língua Portuguesa nos primeiros anos de escolaridade: investigação e boas práticas</em>, conjuntamente com as <em>III Jornadas Internacionais de Leitura, Educação e Sucesso Escolar</em> e as <em>IV Jornadas Internacionais de Alfabetização</em>. No âmbito desta iniciativa conjunta, foi realizada a entrevista ao conferencista convidado, Emilio Sanchez Miguel.</p> <p> </p>2019-04-08T00:00:00+01:00Direitos de Autor (c) https://palavras.appform.pt:443/ojs/index.php/revista/article/view/40Resumir textos narrativos e textos expositivos: do ensino às perceções dos alunos2019-05-13T13:18:45+01:00Otília Costa Sousaotilias@eselx.ipl.ptJoana Letrasjoana_letras1@hotmail.comAlfredo Diasadias@eselx.ipl.pt<p>A leitura e a escrita são duas competências básicas com impacto nas aprendizagens em todo o currículo. Compreender o que se lê e ser capaz de reorganizar a informação, retendo o essencial é uma competência que se torna cada vez mais importante à medida que se avança na escolaridade. O estudo é uma intervenção com metodologia de investigação-ação em três passos: pré-teste, intervenção, pós-teste e ainda auscultação dos alunos em dois grupos focais. Foi realizado em duas turmas do 6.º ano de escolaridade, numa escola TEIP, durante seis semanas. Teve como objetivos: (i) avaliar a competência de resumir dos sujeitos; (ii) desenvolver sequências didáticas para ensino do resumo em textos narrativos e informativos; (iii) desenvolver competências de leitura e de escrita. Os resultados revelam que os alunos valorizaram as atividades, desenvolveram atitudes muito positivas, com um maior envolvimento no trabalho de sala de aula e melhoraram as competências de leitura e escrita, conforme aferido pela comparação dos pré e pós-testes e pelos dados recolhidos no grupo focal.</p>2019-04-09T23:34:28+01:00Direitos de Autor (c) https://palavras.appform.pt:443/ojs/index.php/revista/article/view/41Aprendizado inicial da leitura em tecnologias múltiplas2019-04-14T20:41:07+01:00Vera Wannmacher Pereiravpereira@pucrs.brDanielle Barettadaniellebaretta@hotmail.comPatrícia Martins Valentepaty_valente13@hotmail.com<p>Neste artigo as autoras apresentam um excerto de um estudo desenvolvido sobre “aprendizado inicial da leitura, com uso de tecnologias múltiplas, com foco na compreensão leitora e na consciência linguística”, baseado na Psicolinguística em interface com a Computação. Tem como público alunos de 2.º ano inicial do Ensino Fundamental que evidenciam competência em decodificação, mas apresentam dificuldades de compreensão, tendo sido organizados módulos de ensino da leitura com apoio em diferentes géneros textuais. Nesse excerto, primeiramente expõem as características desse estudo, ocupando, para isso, o espaço da introdução. A seguir, disponibilizam os seus fundamentos teóricos, esclarecendo os conceitos-chave de língua, planos linguísticos, consciência linguística, compreensão leitora e descodificação, pois fazem a sustentação do referido estudo. Posteriormente, apresentam um módulo de ensino, como uma amostra dos materiais de ensino da leitura gerados em tecnologias múltiplas, analisando sua construção. Por último, tecem comentários sobre suas possibilidades de uso na escola e sua relevância para o aprendizado da leitura.</p>2019-04-10T00:55:19+01:00Direitos de Autor (c) https://palavras.appform.pt:443/ojs/index.php/revista/article/view/42A relação com a escrita ao longo da escolaridade básica: imagens fixadas ou flexíveis?2019-05-06T20:30:19+01:00Inês Cardosoinescardoso@ua.ptCélia da Graça Lopescelia.graca@gmail.comLuísa Álvares Pereiralpereira@ua.ptJosé Ferreiraferreira.joma@gmail.com<p>Apresentaremos, neste texto, resultados de um inquérito por questionário a nível nacional, feito junto de alunos dos anos terminais de cada ciclo da escolaridade básica em Portugal, sobre as suas práticas de escrita na escola e fora da escola. Para se perceber a pertinência investigativa e pedagógico-didática destes dados, traçaremos, primeiro, uma breve apresentação do grupo responsável e da sua atuação – “ProTextos: Ensino e Aprendizagem da Escrita de Textos” –, relevante esta para o ensino da escrita em Português e em várias outras disciplinas.</p> <p>A atividade do grupo ProTextos – em todos os ciclos do Ensino Básico (EB), no Ensino Secundário e Superior – inscreve-se no campo da Didática da Escrita (DE) de Português Língua Materna (PLM) e Português Língua Não Materna (PLNM). Afiliando-se com os princípios do Interacionismo Sociodiscursivo (Bronckart, 1996), o grupo move-se em diferentes espaços institucionais e concilia abordagens teóricas pluridisciplinares coerentes com a complexidade da escrita (Adam, 2008; Coutinho, 2005), nomeadamente com os seus aspetos sociais, processuais e pessoais (Cardoso & Pereira, 2015a). Assim sendo, focamo-nos no desenvolvimento longitudinal dos sujeitos na produção escrita e, como tal, implementamos intervenções em sala de aula, norteadas por práticas de formação e/ou investigação conducentes a um ensino promotor dessa progressão e que considere: i) géneros textuais escolares e não escolares (Pereira, 2014; Schneuwly & Dolz, 2004); ii) modelos cognitivos de (re)escrita e revisão textual (Chanquoy, 2009; Pereira & Barbeiro, 2010); iii) a relação dos sujeitos com a escrita (Barré-De Miniac, 2008; Cardoso, 2009).</p>2019-04-10T02:13:02+01:00Direitos de Autor (c) https://palavras.appform.pt:443/ojs/index.php/revista/article/view/43Ensinar escrita criativa2019-05-06T20:01:42+01:00Luís Assis Brasil1945assisbrasil@gmail.com<p>Assis Brasil witnesses here the experience of an academic and literary life in the formation of new writers.</p>2019-04-10T00:00:00+01:00Direitos de Autor (c) https://palavras.appform.pt:443/ojs/index.php/revista/article/view/44Centenário de Sophia: um projeto de leitura numa escola TEIP2019-04-14T21:06:17+01:00Teresa Costa Pereirateresa.costa.pereira@hotmail.comNuno Venturanunormv@gmail.com<p>Neste artigo, iremos dar conta de um projeto de leitura que foi realizado numa escola TEIP, em Lisboa, e que teve como ponto de partida as comemorações do centenário da escritora Sophia de Mello Breyner Andresen. Respondendo ao convite lançado pela APP, a seleção de excertos de obras da escritora foi integrada num projeto mais amplo no qual se desenvolveram competências de literacia, ao mesmo tempo que se promoveram atitudes de autonomia, responsabilidade e espírito crítico.</p> <p>A partir da leitura de obras da escritora foram realizadas atividades que permitiram conhecer a vida da autora ao mesmo tempo que se promoveu o contacto direto com a escrita literária, o trabalho da estrutura do texto narrativo, o acesso a vocabulário novo e diversificado, a literariedade e o desenvolvimento de competências de compreensão do oral.</p>2019-04-10T18:32:50+01:00Direitos de Autor (c) https://palavras.appform.pt:443/ojs/index.php/revista/article/view/45Sob a superfície do texto: As palavras apagadas no processo2019-04-14T21:11:20+01:00Luís Filipe Barbeirobarbeiro@ipleiria.pt<p>Neste artigo, focamo-nos na operação de supressão ou apagamento, a partir de dados recolhidos na escrita colaborativa em interação processual (escrita reativa, na terminologia de Lowry <em>et al</em>., 2004), de alunos de diferentes níveis do ensino básico. Esta modalidade de escrita dá acesso às operações que são realizadas e também a eventuais argumentos apresentados como fundamentação. A incidência em diferentes níveis de escolaridade do ensino básico pretende apreender o percurso de evolução, de uma forma mais distintiva, face a contrastes mais latos, como entre crianças e adultos experientes (Sommers, 1980). A incidência apenas na operação de supressão visa permitir uma análise mais específica dos níveis e estruturas linguísticas em que esta operação é ativada e dos argumentos que a fundamentam.</p> <p>O objetivo consiste em captar a presença da operação de supressão, numa tarefa de escrita colaborativa, considerando os níveis em que é realizada e os critérios que fundamentam a sua ativação. De forma específica, procura-se responder a questões de investigação repartidas por três vertentes e considerando os diferentes níveis de escolaridade: 1. Frequência: qual a frequência da operação de supressão? 2. Nível estrutural: quais os níveis linguístico-estruturais em que é ativada? 3. Fundamentação: qual a presença na interação de argumentos que fundamentam a supressão e quais os critérios considerados, de forma mais saliente? Com base nas respostas obtidas, pretende-se projetar os resultados para a ação que poderá ser desenvolvida no ensino-aprendizagem.</p>2019-04-10T22:04:16+01:00Direitos de Autor (c) https://palavras.appform.pt:443/ojs/index.php/revista/article/view/46As neurociências da leitura e a educação infantil2019-05-06T20:25:29+01:00Angela Chuvas Nascholdanaschold@gmail.comAndré Santos Pinhopinho@ccet.ufrn.brAntônio Pereirapereira@neuro.ufrn.brJoão Carlos Alchierijcalchieri@gmail.com<p>Apresentamos os resultados de uma pesquisa na área do ensino da alfabetização infantil realizada em uma turma de escola pública localizada em Natal, capital do estado do Rio Grande do Norte (RN). A pesquisa comparou a eficácia da aplicação de metodologia de alfabetização desenvolvida segundo o método global, com uma metodologia de alfabetização inovadora que integra os fundamentos teóricos das neurociências da leitura (Dehaene, 2007) com a utilização de materiais de alfabetização criados especialmente para a pesquisa (Naschold, 2014 b). O objetivo principal do trabalho foi verificar o avanço ocorrido nas aprendizagens das crianças após a aplicação das duas metodologias de alfabetização, tendo como referência o ponto de partida das crianças e o resultado obtido após a intervenção metodológica realizada nos grupos experimental e controle. Para tal, antes e depois do trabalho, foram aplicados o Teste das Letras e Palavras, o Teste de Leitura das Palavras e Frase e o Teste Raven Infantil/Escala Especial de Aplicação. A comparação dos resultados dos testes linguísticos evidenciou, com alto percentual, que a metodologia inovadora traz vantagens para a alfabetização.</p>2019-04-11T03:05:58+01:00Direitos de Autor (c) https://palavras.appform.pt:443/ojs/index.php/revista/article/view/47Literatura no contexto acadêmico e escolar: a partilha do sensível2019-05-07T14:07:56+01:00Marly Amarilhamarlyamarilha@yahoo.com.br<p>O artigo apresenta argumentos sobre aspectos relevantes para o ensino de literatura na escola: o domínio de repertório diversificado e a mediação que valoriza a oralidade do texto. Toma-se como pressuposto a natureza humanística, inventiva e comunicativa, pela palavra, do discurso literário. Indica autores brasileiros que podem compor uma coleção contemporânea de obras para seu ensino na escola fundamental no Brasil e em Portugal. Destaca a relevância da leitura oral para valorizar o lastro de oralidade que compõe a multimodalidade da criação literária. Conclui-se que para realizar trabalho significativo no ensino de literatura é preciso valorizar seu teor humanístico, visual e oral.</p>2019-04-11T16:41:45+01:00Direitos de Autor (c) https://palavras.appform.pt:443/ojs/index.php/revista/article/view/48A formação leitora no texto de Clarice Lispector2019-05-10T17:42:01+01:00Verônica Araújo Pontesveronicapontes@iec.uminho.ptHilma Garcia da Silvahilmaliana@hotmail.com<p>Este trabalho tem o objetivo de apresentar uma análise em torno do conto "Felicidade Clandestina", de Clarice Lispector (1998), enfocando a sua personagem principal e relacionando as suas ações, enquanto ávida leitora, com o prazer que a leitura literária pode provocar. Além disso, suscitamos uma discussão sobre a escola e a formação de leitores. Com esse propósito, procuramos esclarecer o leitor sobre o conceito de leitura, de leitor, de literatura infantil e o que se diz a respeito ao prazer de ler. Para isso, utilizamos como método um estudo comparativo, alicerçado nos aportes teóricos de Barthes (1973), Smith (1997), Araújo (1996), Coelho (2007), Braith (2013) e Zilberman (2012), entre outros.</p>2019-04-11T00:00:00+01:00Direitos de Autor (c) https://palavras.appform.pt:443/ojs/index.php/revista/article/view/49Saber ler... fazendo guessing game!2019-05-10T17:32:25+01:00Vera Wannmacher Pereiravpereira@pucrs.brCaroline Bernardes Borgescaroline.bernardes@acad.pucrs.br<p>Nesta ficha didática, o eixo está na estratégia metacognitiva de predição, com o objetivo de fazer uma exposição breve dessa estratégia e apresentar um conjunto de atividades possíveis, considerando os níveis linguísticos, a serem realizadas na sala de aula do Ensino Básico.</p> <p>A predição consiste numa estratégia que assume a perspectiva de que o leitor pode ler de forma antecipatória, observando, conforme a situação de leitura, as pistas linguísticas do texto, associando-as aos seus conhecimentos prévios e considerando a natureza do texto e o objetivo de leitura. Essa estratégia, definida por Goodman (1967)<a href="#_ftn1" name="_ftnref1">[1]</a> como <em>guessing game, </em>permite entendê-la como um jogo de adivinhação com apoio nessas variáveis referidas.</p> <p> </p> <p><a href="#_ftnref1" name="_ftn1">[1]</a> Goodman, K. S. 1967.Reading: A psycholinguistic guessing game. <em>Journal of the Reading Specialist</em>, v. 6, Issue 4, p. 126-135.</p>2019-04-11T19:31:29+01:00Direitos de Autor (c) https://palavras.appform.pt:443/ojs/index.php/revista/article/view/50Saber ler... analisando a linguagem verbal e não verbal2019-05-10T17:28:32+01:00Vera Wannmacher Pereiravpereira@pucrs.brDanielle Barettadaniellebaretta@hotmail.comPatricia de Andrade Nevesandradeneves.patricia@gmail.com<p>Nesta ficha didática o eixo está no trabalho com a compreensão leitora por meio da linguagem verbal e não verbal, considerando a utilização de estratégias pelo aluno leitor na sala de aula do Ensino Básico, as quais podem ser classificadas como cognitivas (operações inconscientes realizadas pelo leitor, sem estar ciente disso, para atingir algum objetivo de leitura) e metacognitivas (operações controladas conscientemente pelo leitor, realizadas com algum objetivo). Como exemplo de estratégia cognitiva, pode-se citar o processo inferencial de leitura, que, segundo Ferreira e Dias (2004)<a href="#_ftn1" name="_ftnref1">[1]</a>, possibilita ao leitor a atribuição de coerência ao texto, conferindo-lhe sua interpretação. Permite que os sentidos construídos pelo leitor na interação com o texto sejam organizados e torna possível o estabelecimento de associações entre as partes do texto e entre elas e o contexto.</p> <p>[…] </p> <p>As atividades, apresentadas a seguir, buscam instigar o aluno a associar os seus conhecimentos prévios e as pistas linguísticas presentes em textos que utilizam a linguagem verbal e/ou não verbal, para realizar as necessárias inferências e assim chegar à compreensão leitora em suas condições mais produtivas de consistência e eficiência.</p> <p><a href="#_ftnref1" name="_ftn1">[1]</a> FERREIRA, Sandra P. A.; DIAS, Maria G. B. B. A leitura, a produção de sentidos e o processo inferencial. In: <em>Psicologia em Estudo</em>, Maringá, v. 9, n. 3, p. 439-448, set./dez. 2004.</p>2019-04-11T00:00:00+01:00Direitos de Autor (c) https://palavras.appform.pt:443/ojs/index.php/revista/article/view/51Ensinar português: conteúdos, estratégias e materiais2019-05-10T17:38:55+01:00Noémia Jorgen.o.jorge@gmail.comAntónia Coutinhoacoutinho@fcsh.unl.ptAna Martinsana_lezinho@hotmail.comHelena Perdigãohelena@ficom.ptMaria Inês Mirandam.ines.miranda.fcsh@gmail.comNoémia Machadomachado.noemia@gmail.com<p>Destinado a professores de Português do Ensino Básico e Secundário, o curso “Ensinar Português: conteúdos, estratégias e materiais” foi desenvolvido no âmbito da Escola de Verão da Universidade NOVA de Lisboa, em 2018. Este curso teve como objetivos a consolidação de conceitos fundamentais na área da Gramática e do Texto, a análise do fenómeno do processo de transposição didática, a familiarização com metodologias de ensino de conteúdos gramaticais e de compreensão e produção de textos e a criação de materiais didáticos originais, suscetíveis de operacionalizarem a aprendizagem de conteúdos gramaticais e a aquisição de capacidades de compreensão e produção textuais.</p> <p>Os quatro percursos didáticos que a seguir se apresentam foram concebidos e aperfeiçoados durante o curso. Trata-se de trabalhos que refletem os dois eixos que nortearam a própria formação e a complementaridade que daí pode resultar:</p> <ul> <li class="show">por um lado, o eixo da Gramática, que surge aqui ilustrado pelas propostas de trabalho de Ana Martins e Helena Perdigão, inspiradas nos princípios da aprendizagem pela descoberta e na noção de <em>laboratório gramatical</em>;</li> <li class="show">por outro, o eixo do Texto, exemplificado pela sugestão de Noémia Machado, que tem como objetivo a produção textual em contexto oficinal, encarando a escrita como processo.</li> </ul> <p>Por fim, e como resultado da natural complementaridade entre estes dois eixos, apresenta-se a proposta de Maria Inês Miranda, que articula duas metodologias complementares: a sequência didática (associada ao ensino-aprendizagem de géneros textuais) e o laboratório gramatical.</p>2019-04-12T00:14:11+01:00Direitos de Autor (c) https://palavras.appform.pt:443/ojs/index.php/revista/article/view/52Em destaque2019-04-15T16:53:06+01:00Ana Cristina Matiasanamatias@estavira.com<p>Constituindo-se o cânone como sistema aberto e sendo Sophia de Mello Breyner Andresen uma autora que inicia a sua vida literária a partir dos anos quarenta, está ainda, pela sua proximidade temporal, no estádio de constituição do seu estatuto de autora clássica. Contudo, o progressivo reconhecimento do mérito da sua obra quer no panorama literário português<a href="#_ftn1" name="_ftnref1">[1]</a>, quer no panorama literário além-fronteiras<a href="#_ftn2" name="_ftnref2">[2]</a>, bem como o facto de, desde o final da década de setenta, estar contemplada nos programas do ensino secundário<a href="#_ftn3" name="_ftnref3">[3]</a> como um dos autores do século XX que pela sua representatividade na cultura portuguesa deve ser conhecido pelos jovens em formação, é um forte indício de que o estatuto de autora clássica não lhe escapará.</p> <p> </p> <p><a href="#_ftnref1" name="_ftn1">[1]</a> Em 1999, foi distinguida com o Prémio Camões, o mais alto galardão literário para autores de língua portuguesa.</p> <p><a href="#_ftnref2" name="_ftn2">[2]</a> Em 2001, a antologia de tradução de poemas <em>Malgré les Ruines e la Mort </em>foi distinguida com o Prémio Max Jacob, prestigiado prémio literário francês que pela primeira vez foi atribuído a um autor estrangeiro.</p> <p><a href="#_ftnref3" name="_ftn3">[3]</a> Embora não faça parte do âmbito deste estudo a obra da autora no ensino básico, não podemos deixar de destacar que a mesma é contemplada nos 1.º, 2.º e 3.º ciclos, já que a sua obra também contém uma vertente dirigida ao público infanto-juvenil. Sophia de Mello Breyner Andresen é assim uma autora com a qual os alunos ciclicamente vão travando conhecimento.</p>2019-04-12T00:00:00+01:00Direitos de Autor (c) https://palavras.appform.pt:443/ojs/index.php/revista/article/view/53Cânone acidental2019-04-12T13:49:11+01:00Associação de Professores de Portuguêsaporfport@app.pt<p>Excertos escolhidos da obra de Sophia por alunos do ensino básico e secundário.</p>2019-04-12T01:03:23+01:00Direitos de Autor (c) https://palavras.appform.pt:443/ojs/index.php/revista/article/view/54Lugares virtuais2019-04-12T13:49:12+01:00João Pedro Aidojpaido@gmail.com<p>Apreciação e comentário sobre sítios da Internet interessantes.</p>2019-04-12T00:00:00+01:00Direitos de Autor (c) https://palavras.appform.pt:443/ojs/index.php/revista/article/view/55Destaques bibliográficos2019-04-12T13:49:13+01:00Filomena Viegasfifeca@gmail.comTeresa Vieira Cunhatereusesvieiracunha@gmail.com<p>Registos bibliográficos.</p>2019-04-12T00:00:00+01:00Direitos de Autor (c) https://palavras.appform.pt:443/ojs/index.php/revista/article/view/60101 Palavras para falar de livros2019-04-17T17:35:08+01:00Maria Vitória de Sousamariavitoriasousa2@gmail.com<p>Pequenos registos de livros para crianças em apenas 101 palavras.</p>2019-04-17T17:35:08+01:00Direitos de Autor (c) https://palavras.appform.pt:443/ojs/index.php/revista/article/view/56Info-APP2019-04-17T17:39:14+01:00Filomena Viegasfifeca@gmail.comTeresa Vieira Cunhatereusesvieiracunha@gmail.com<p>Notícias e informações sobre a atividade da APP.</p>2019-04-12T00:00:00+01:00Direitos de Autor (c) https://palavras.appform.pt:443/ojs/index.php/revista/article/view/57Cartoon2019-04-17T17:45:25+01:00Luís Afonsolafonso@publico.pt<p>Comentário gráfico de Luís Afonso</p>2019-04-12T00:00:00+01:00Direitos de Autor (c) https://palavras.appform.pt:443/ojs/index.php/revista/article/view/58O rosto destas palavras2019-05-12T19:51:53+01:00Filomena Viegasfifeca@gmail.com<p>Celebração do centenário de Sophia - uma voz poética.</p>2019-04-12T00:00:00+01:00Direitos de Autor (c)