Coesão textual em “Sempre é uma companhia”, de Manuel da Fonseca

Autores

  • Idalina Ferreira Centro de Linguística da Universidade do Porto
  • António Leal Centro de Linguística da Universidade do Porto (CLUP)

DOI:

https://doi.org/10.61248/palavras.vi62-63.190

Palavras-chave:

coesão, anáfora, artigos, ensino da gramática, análise de texto literário

Resumo

Este trabalho apresenta uma proposta de articulação entre o estudo da gramática e a interpretação de texto literário, que pode ser implementada no ensino secundário. O objeto de estudo é o conto “Sempre é uma companhia”, de Manuel da Fonseca, e os conteúdos gramaticais escolhidos são os processos de coesão, em particular a anáfora, e alguns dos mecanismos linguísticos que estão ao seu serviço.

Num primeiro momento, após uma breve reflexão sobre a forma como estes elementos gramaticais são abordados nos documentos orientadores emanados do Ministério da Educação, é feita uma caracterização das anáforas e dos determinantes artigos do ponto de vista linguístico. Num segundo momento, procede-se a uma análise da situação inicial e da primeira peripécia do conto, articulando a sua interpretação com uma análise das cadeias anafóricas e dos mecanismos linguísticos usados para introduzir e retomar referentes discursivos.

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Publicado

2026-04-23

Edição

Secção

Estudos literários